CONHECENDO AZAMBUJA

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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fotos históricas do Seminário

Primeira parte: 1927-2005

PRIMEIRA TURMA COM PADRE JAIME DE BARROS CÂMARA EM 1927



1928


1928. Passeio em Blumenau






Com o Arcebispo Dom Joaquim Domingues de Oliveira


1930 com os Padres José Lock a Antônio Condlick




Recepção do Arcebispo



1932



8 de dezembro de 1945, ordenação presbiteral do Padre Valentim Loch












1946. Visita do Cardeal Dom Jaime de Barros Câmara

1949



Padre Valentim Loch, Padre Afonso Niehues e Padre Alfredo Junkes
1952

1957.
Projeto do novo prédio do Seminário: Projeto de Dr. Antônio Ávila Filho com execução de João Martin Backes




Benção da Pedra Fundamental do novo Seminário: 15 de agosto de 1957






Os três ex-alunos Bispos: Dom Gregório Warmeling, Dom Afonso Niehues e Dom Wilson Laus Schmitt






Dia da ordenação episcopal de Dom Afonso Niehues



7 de setembro de 1964, Àureo Jubileu Episcopal de Dom Joaquim. Chegada para a inauguração do novo prédio do Seminário.

Acompanha o Arcebispo Coadjutor de Florianópolis Dom Frei Felício Cézar da Cunha Vasconcelos ofm.





             Monsenhor Kleine

                                      







Padre Valentim








1965 Despedida da Cafua

1968 Redação da revista A Esperança

 Conjunto Uirapurú





Coral Canarinhos do Vale











1977: Áureo Jubileu do Seminário






1992

1993
Último aniversário natalício de Dom Afonso


1996-1997 de Emerson Leal extraídas de três vídeos




































































2003?














2005










2006



2007







Padres da Igreja Católica de Santa Catarina

Fonte: Padre José Artulino Besen em seu blog:
http://pebesen.wordpress.com

http://pebesen.wordpress.com/padres-da-igreja-catolica-em-santa-catarina/

Aqui estão as biografias de vários sacerdotes que foram reitores,  professores e/ou alunos ou que tiveram outras funções em Azambuja.
Como transcrever as muitas biografias não seria bom, preferi passar os links diretamente do site do autor, nosso renomado Padre José Artulino Besen
http://pebesen.wordpress.com/padres-da-igreja-catolica-em-santa-catarina/

Padres da Igreja Católica de Santa Catarina. Biografias do Padre José Artulino Besen 

1.Dom João Becker – primeiro Bispo de Florianópolis
2.Dom Joaquim Domingues de Oliveira – segundo Bispo e primeiro Arcebispo de Florianópolis
3.Dom Felício César da Cunha Vasconcellos OFM
4.Dom Afonso Niehues – Pai da Igreja em Santa Catarina
5.Dom Gregório Warmeling – Padre da Igreja
6.Dom Wilson Laus Schmidt – Ministro da Cruz
7.Cônego Arcângelo Ganarini
8.Cônego Dr. César Rossi
9.Cônego Dr. Pe. Itamar Luiz da Costa
10.Cônego Luiz Gilli, Pai Espiritual de Urussanga
11.Cônego Miguel Giacca e Nova Veneza
12.Cônego Roberto Wyrobek
13.Cônego Rodolfo Machado – Pai Espiritual de Biguaçu
14.Monsenhor Agenor Marques – Ministro da Palavra
15.Monsenhor Augusto Zucco – um padre feliz
16.Monsenhor Bernardo Peters
17.Monsenhor Dr. Gercino de Santana e Oliveira
18.Mons. Francisco de Sales BianchiniNovo arquivo
19.Monsenhor Francisco Xavier Giesberts
20.Monsenhor Francisco Xavier Topp
21.Monsenhor Frederico Hobold – Lealdade e Fidelidade
22.Monsenhor Frederico Tombrock – santidade e dedicação de um padre
23.Monsenhor Guilherme Kleine – padre e administrador
24.Monsenhor Harry Bauer
25.Monsenhor Huberto Ohters
26.Monsenhor João Chryssakis – de Atenas a Roma
27.Monsenhor José Locks – o zelo pela casa de Deus
28.Monsenhor Quinto Baldessar – Padre e Soldado
29.Monsenhor Valentim Loch – pai da Igreja
30.Monsenhor Vendelino Hodold, zelo pela casa de Deus
31.Padre Afonso Vidal Reitz
32.Padre Agostinho Rombaldi
33.Padre Alberto Gattone – apóstolo de Blumenau, Gaspar e Brusque
34.Padre Alfredo Junkes
35.Padre Antônio Eising
36.Padre Antônio Francisco Nóbrega
37.Padre Antônio Guglielmi – Um Estudioso
38.Padre Antônio Luiz Dias – vigário e médico
39.Padre Augusto Schwirling – Missionário do Alto Capivari
40.Padre Aurélio Canzi – a serviço da vida
41.Padre Bertolino Schlickmann
42.Padre Carlos Boegershausen – o apóstolo de Joinville
43.Padre Cláudio Cadorin – o padre catequista
44.Padre Dr. Jacob Huddleston Slater, pastor e catequista
45.Padre Guilherme Roer – apóstolo e fundador de comunidades
46.Padre Hermenegildo – Soldado da Pátria, Soldado da Igreja
47Padre Huberto Rohden – Um Longo Caminho
48.Padre Jacob João Luiz Nebel
49.Padre Januário Testa – um padre amigo
50.Padre José Alberto Gonçalves Espíndola
51.Padre João Antônio Fidalgo, médico de corpos e almas
52.Padre João Batista Steiner – Um Missionário Alemão
53.Padre Joao Borges Quintão – Um coração dividido
54.Padre José Fabriciano Pereira Serpa – um pároco ilhéu
55.Padre José Maria Jakobs – apóstolo de Blumenau
56.Padre José Sundrup – apóstolo do ensino e da caridade
57.Padre Luiz Gonzaga Adams
58.Padre Manoel João Luís da Silva – padre lagunense
59.Padre Osmar Pedro Müller – uma vida pela justiça
60.Padre Osvaldo Prim
61.Padre Paulo Bratti – 25 anos de ausência-presença
62.Padre Rafael Faraco
63.Padre Raul de Souza – Confessor de Almas
64.Padre Raulino Reitz, patrono da ecologia catarinense
65.Pe. Sérgio Maykot – um padre a serviço dos menores
66.Padre Tarcísio Marchiori – Palavra e Silêncio

Jovens e peregrinos acolhem Cruz Peregrina e Ícone de Nossa Senhora da Jornada Mundial da Juventude no Santuário


A emoção tomou conta dos devotos de Santa Paulina neste domingo, 13 de janeiro. A Cruz Peregrina e os Ícones de Nossa Senhora e da Beata Albertina Berkenbrock foram recebidos pela Diretoria do Santuário Santa Paulina aos pés da escadaria principal. Em seguida, os símbolos foram carregados por jovens da Comarca de Tijucas, que anteriormente percorreram todo o Vale, até chegar ao Santuário na manhã deste domingo. O peso dos símbolos sagrados da Jornada Mundial da Juventude não foi empecilho. Animados, os jovens entoavam a canção “Nova Geração”, de Pe. Zezinho: “No peito eu levo uma cruz. No meu coração o que disse Jesus.”
Após o acolhimento, na Praça em frente ao Santuário, os símbolos seguiram para a tradicional missa das 10 horas, presidida pelo Arcebispo de Florianópolis, Dom Wilson Tadeu Jönck. Centenas de turistas e peregrinos acompanharam este momento de fé e amor da juventude pelos símbolos enviados de Roma pelo Beato João Paulo II ao mundo. Além dos municípios do Vale do Rio Tijucas e do Santuário Santa Paulina, a Cruz Peregrina e os Ícones de Nossa Senhora e de Albertina Berkenbrock já percorreram as Dioceses de Lages, Criciúma e Tubarão. Depois de Florianópolis, estes seguem para Joinville, Blumenau, Rio do Sul, Caçador, Joaçaba e Chapecó.
Padre Antônio Ramos do Prado, Assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude, da CNBB, e que está diretamente envolvido com a Jornada Mundial da Juventude, marcada para julho, no Rio de Janeiro (RJ), não escondeu a emoção de conhecer o Santuário Santa Paulina. “Trazer os símbolos da Jornada para este lugar que transmite paz e alegria é uma satisfação. Estou, sinceramente, deslumbrado com as belezas deste Santuário”, disse durante a celebração.
Dom Wilson fez questão de agradecer a juventude e todas as pessoas envolvidas nos “bastidores”, que viabilizaram a vinda da Cruz Peregrina e dos Ícones – solicitados já no início de 2012 pelo Santuário. “Os colaboradores da Arquidiocese, a nossa juventude, o motorista do caminhão que está transportando os símbolos por todo o Estado de Santa Catarina. A todos, nosso agradecimento”, afirmou o Arcebispo de Florianópolis, antes de fazer a cerimônia de envio à Arquidiocese de Joinville, presente na celebração. Um jovem representante do Santuário, Modesto Dalla Brida convidou os jovens da Comarca de Tijucas e o Grupo de Joinville para o envio da Cruz e dos Ícones.

Cruz símbolo é inaugurada no Santuário Santa Paulina
Após a celebração das 10 horas, a juventude carregou animada os símbolos da Jornada Mundial da Juventude. Na companhia das Irmãzinhas da Imaculada Conceição, do povo e dos sacerdotes, seguiram rumo à Praça da Glorificação, em frente à Casa das Graças, no Santuário Santa Paulina. Naquele espaço, foi instalada uma réplica da Cruz Peregrina, marcando a passagem do símbolo no Santuário.
“Esta Cruz quer evangelizar a juventude, fortificar a fé e dar esperança. Assim como a Cruz Peregrina, que acolheu os jovens no Ano Santo, em Roma, esta Cruz inaugurada hoje no Santuário se torna um marco, e é neste local que os jovens poderão realizar eventos, lembrando sempre da passagem da Cruz da Juventude”, enalteceu a Diretora Geral do Santuário, Irmã Maria Adelina da Cunha.
Posteriormente, os jovens e todos os devotos caminharam para o pátio, ao lado da Capela Nossa Senhora de Lourdes, onde ocorreu o show com a Banda Abraço Forte, de São João Batista (SC), vencedora do Festival Arquidiocesano de Música. A Cruz Peregrina e os Ícones seguiram rumo à Joinville.


SOBRE OS SÍMBOLOS DA JORNADA

A Cruz
A cruz da JMJ ficou conhecida por diversos nomes: Cruz do Ano Santo, Cruz do Jubileu, Cruz da JMJ, Cruz Peregrina, e muitos a chamam de Cruz dos Jovens. Esta cruz em madeira tem 3,8 metros e foi construída e colocada como símbolo da fé católica, perto do altar principal na Basílica de São Pedro durante o Ano Santo da Redenção (Semana Santa de 1983 à Semana Santa de 1984). No final daquele ano, depois de fechar a Porta Santa, o Papa João Paulo II doou essa cruz como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade. Quem a recebeu, em nome de toda a juventude, foram os jovens do Centro Juvenil Internacional São Lourenço, em Roma. Estas foram as palavras do Papa naquela ocasião: “Meus queridos jovens, na conclusão do Ano Santo, eu confio a vocês o sinal deste Ano Jubilar: a Cruz de Cristo! Carreguem-na pelo mundo como um símbolo do amor de Cristo pela humanidade, e anunciem a todos que somente na morte e ressurreição de Cristo podemos encontrar a salvação e a redenção” (Sua Santidade João Paulo II, Roma, 22 de abril de 2004).
Os jovens acolheram o desejo do Santo Padre. Desde 1984, a cruz da JMJ peregrinou pelo mundo, através da Europa, além da Cortina de Ferro, e para locais das Américas, Ásia, África e Austrália, estando presente em cada celebração internacional da Jornada Mundial da Juventude.
O Ícone de Nossa Senhora
Em 2003, o Papa João Paulo II deu aos jovens um segundo símbolo de fé para ser levado pelo mundo, acompanhando a cruz da JMJ: o ícone de Nossa Senhora, “Salus Populi Romani”, uma cópia contemporânea de um antigo e sagrado ícone encontrado na primeira e maior basílica para Maria a Mãe de Deus, no Ocidente, Santa Maria Maior. “Hoje eu confio a vocês... o ícone de Maria. De agora em diante, ele vai acompanhar as Jornadas Mundiais da Juventude, junto com a cruz. Contemplem a sua Mãe! Ele será um sinal da presença materna de Maria próxima aos jovens que são chamados, como o apóstolo João, a acolhê-la em suas vidas” (Roma, 18ª Jornada Mundial da Juventude, 2003).
Texto e fotos: Elis Facchini – Assessoria de Imprensa – Santuário Santa Paulina