CONHECENDO AZAMBUJA

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quinta-feira, 2 de abril de 2009

SOBRE SEMINARIOS



O PADRE DIOCESANO

A Igreja Católica, presente no mundo inteiro, é formada por comunidades que costumamos chamar de Dioceses ou Igrejas Particulares. Cada Diocese é confiada a um Bispo.

O que é Diocese?

É a porção do povo de Deus que está numa determinada região e que é guiada e alimentada na fé, na esperança e na caridade pelo Bispo e por seus colaboradores, os Padres e os Diáconos.

Só é Bispo legítimo aquele que tiver sido escolhido pelo Papa e consagrado com o Sacramento da Ordem por um outro Bispo, sucessor dos Apóstolos. Ninguém pode autodenominar-se bispo ou nomear outro se não tiver autoridade para isso.

O que é o Bispo?

O Bispo Diocesano é o Pastor, mestre e guia, que foi chamado e escolhido pela Igreja para ser o sucessor dos Apóstolos. É o Profeta que testemunha e alimenta seu povo pela Palavra de Deus. É o Sacerdote que santifica pelos Sacramentos e que acompanha, caminha junto e conhece as suas ovelhas.

Normalmente uma Diocese é constituída de muitas paróquias que vivem em comunhão com o seu Bispo. Cada paróquia é confiada a um pároco, quase sempre um Padre Diocesano, ou uma Congregação de Religiosos. Há casos em que pela falta de padres, o Bispo decidiu confiar a paróquia a Irmãs Religiosas. Em casos assim, o padre vai somente para celebrar a Eucaristia e o Sacramento da Penitência ou atividades que só podem ser exercidas por quem recebeu o Sacramento da Ordem.

O Padre é o homem de Deus que, unido ao Presbitério da Diocese (o conjunto dos presbíteros, os padres), está na Paróquia, na Comunidade Eclesial, numa Pastoral Específica, nos Seminários, nos Hospitais, nas Escolas e Faculdades, nos Meios de Comunicação Social, nas Comunidades Inseridas entre os mais pobres e marginalizados... É um sinal visível do Reino de Deus.

O que é o Padre Diocesano?

O Padre Diocesano é o colaborador mais próximo do Bispo. Em tudo o que faz, age como se fosse o próprio Bispo, de quem depende. Por isso a comunhão com o Bispo é para ele uma exigência essencial.

A vocação do Padre tem sua origem no chamado que Jesus fez aos Apóstolos:

* "Vem e segue-me..." (Cfr. Mt 9,9)
* "Vinde e vede..." (Cfr. Jo 1,39)
* "Eu vos escolhi..." (Cfr. Jo 15,16)
* "Estarei convosco até..." (Cfr. Mt 28,20)
* "Eu vos darei..." (Cfr. Mt 19,29)
* "Fazei isto em minha memória" (Cfr. Lc 22,19)
* "Aqueles a quem perdoardes os pecados..." (Cfr. Jo 20,23)
* "Já não vos chamo servos, mas amigos..." (Cfr. Jo 15,15)
* "Amas-me mais do que os outros?..." (Cfr. Jo 21,15)

Os Bispos são os sucessores dos Apóstolos. Para realizarem a missão recebida de Cristo, precisavam de colaboradores. Ordenaram, então, os Presbíteros, que nós costumamos chamar de padres. Transmitiram-lhes os poderes sacerdotais recebidos de Jesus.

Portanto, o Padre Diocesano

* é um íntimo colaborador do seu Bispo no pastoreio da Diocese. Vive no dia-a-dia as alegrias e as tristezas, os sofrimentos e as esperanças de toda a sua comunidade diocesana;
* vive em comunhão e fraternidade com o seu presbitério. O Sacramento da Ordem o faz de modo muito particular um irmão dos outros padres, com os quais procura viver unido em torno do seu Bispo;
* exerce seu ministério no meio do mundo: está inserido no meio do povo que lhe foi confiado;
* seu carisma é a "Caridade Pastoral": ser junto do seu povo e no meio da comunidade a presença viva e atuante de Cristo, o Bom Pastor;
tem a missão de:
* ensinar a Palavra de Deus, pelo testemunho e pela palavra, como mestre;
* santificar os fiéis por meio dos sacramentos; e
* animar (organizar e coordenar) a comunidade;
* entregue ao zelo pastoral em sua Diocese, preocupa-se com a inteira Igreja de Jesus Cristo presente no mundo inteiro. Por isso também é empenhado na causa missionária: promove a consciência missionária de seus fiéis e de sua comunidade; ele mesmo é sensível e aberto aos apelos missionários que vêm de comunidades necessitadas ou de povos que nunca ouviram falar de Jesus. E não raras vezes parte em missão;
* seu coração e espírito, sua vida toda, estão a serviço da comunidade de fiéis que lhe foi confiada, e a que trata de animar, ensinar, guiar, servir, salvar e santificar;
* sua espiritualidade emana da Especial Configuração a Cristo Pastor; é Evangélica, Eucarística, Mariana, de Fraternidade, encarnada na vida e realidade dos que lhe são confiados; é alegre e geradora de esperança;

Padre Diocesano e Padre Religioso:

Para entender por que a gente fala em Padre Diocesano e Padre Religioso, é preciso fazer a distinção entre Vida Religiosa e Sacerdócio. São duas realidades diferentes:

Vida Religiosa é consagração a Deus pelos três votos (obediência, castidade e pobreza), vividos numa comunidade, seguindo o carisma do(a) fundador(a). É assumida por homens e mulheres.

O sacerdócio ministerial (realizar as funções de padre) é o exercício do ministério da Palavra (ensinar), dos Sacramentos (santificar) e da Coordenação da comunidade (promover a comunhão e a participação). Para ser padre é preciso receber o Sacramento da Ordem. É um ministério reservado somente aos homens.

Foi a partir do séc. XVI que surgiram as congregações de padres: institutos de Vida Religiosa voltados com prevalência para o sacerdócio. Daí os Padres Religiosos.

Tanto os padres diocesanos como os religiosos são presbíteros (sacerdotes, padres). A diferença está no modo de viver o sacerdócio. O padre diocesano vive em função de uma diocese, depende do Bispo, não faz a profissão solene dos votos, mas as promessas de castidade e obediência. O padre religioso, vive em função de uma Congregação, depende do Bispo local em questões pastorais e disciplinares, faz a profissão solene dos votos, vive numa comunidade, e depende diretamente do Superior da Congregação, mesmo em termos de transferências.

Para ser padre não é preciso pertencer a uma Congregação Religiosa, e para ser de Congregação Religiosa (Irmãos e Irmãs) não é preciso ser padre. São vocações diferentes, mas que podem ser assumidas por uma mesma pessoa.

Em resumo:

* Há padres que se consagram a Deus, doando-se a Cristo e aos(às) irmãos(ãs), colaborando com Ele no seu projeto de salvação da humanidade, e buscando sua própria santificação, comprometidos com uma Congregação Religiosa. São os Padres Religiosos.

* Há padres que se consagram a Deus, doando-se a Cristo e aos(às) irmãos(ãs), colaborando com Ele no seu projeto de salvação da humanidade, e buscando sua própria santificação, comprometidos com uma Diocese. São os Padres Diocesanos, ou Seculares.



A Igreja procura oferecer aos candidatos uma formação que integre as múltiplas dimensões:
Espiritual, Comunitária, Humano-Afetiva, Pastoral e Intelectual.
Mais que um mero lugar, ou espaço físico, o seminário é um processo de cultivo, de discernimento e de amadurecimento.

Etapas da Formação no Seminário:
Ensino Médio = 3 anos
Propedêutico = 1 ano
Filosofia = 4 anos
Teologia = 4 anos
Estágio Pastoral - Ordenação Diaconal - Ordenação Presbiteral

Na Arquidiocese de Florianopolis
SEMINÁRIO METROPOLITANO NOSSA SENHORA DE LOURDES, BRUSQUE
SEMINÁRIO MENOR
Existindo desde 11 DE FEVEREIRO DE 1927 (a partir de 21 de abril de 1927 em Azambuja, transferido de Florianopolis.), o Seminário Menor Metropolitano da Arquidiocese de Florianópolis, localiza-se em Azambuja, ao lado do Santuário de Azambuja, local de intensa peregrinação, na cidade de Brusque. Seu primeiro reitor foi o célebre Dom Jaime de Barros Câmara. Nesta etapa, os vocacionados ao presbiterato, realizam o curso do Ensino Médio.

PROPEDÊUTICO
Fundação: Para atender à demanda de vocacionados que já haviam concluído o Ensino Médio mas, que não haviam passado pelo Seminário Menor, a Arquidiocese implementou, a partir de 27 de dezembro de 1993, o Seminário chamado "Propedêutico", que consiste em um ano de convivência e estudos especiais. Findo o propedêutico, o seminarista segue para o Seminário de Filosofia.
O Propedeutico j[a foi realizado em Floarianpolis

FILOSOFIA
Curso Superior de Filosofia. São três anos de estudos na Faculdade São Luiz.
Os estudos de Filosofia j[a foram realizados em Brusque, Viamao, Sao Lopoldo e Florianopolis.
De volta a Azambuja em 2005.


SEMINÁRIO MAIOR CONVÍVIO EMAÚS, FLOARIANÓPOLIS
TEOLOGIA
Neste último e decisivo estágio da vida seminarística, os candidatos ao presbiterato realizam o curso de Teologia. Estudam os quatro anos previstos para o curso no ITESC (Instituto Teológico de Santa Catarina), que fica próximo à Universidade Federal de Santa Catarina, em Florianópolis.
Fundação: 01 de março de 1989.
Os estudos teologicos ja foram realizados em Viamao, Sao Leopoldo e Curitiba.

CONVÍVIO EMAÚS 20 ANOS



DIA 1º DE MARÇO, O SEMINÁRIO TEOLÓGICO CONVÍVIO EMAÚS DA ARQUIDIOCESE DE FLORIANÓPOLIS COMPLETOU 20 ANOS DE HISTÓRIA.
OS SEMINARISTAS DA ARQUIDIOCESE DE FLORIANÓPOIS INICIAM SUA CAMINHADA SEMINARÍSTICA NO SEMINÁRIO DE AZAMBUJA.
OU NO SEMINÁRIO MENOR (ENSINO MÉDIO) OU NO PROPEDÊUTICO (PARA OS QUE JÁ TERMINARAM O ENSINO MÉDIO).
LOGO APÓS FAZEM OS ESTUDOS FILOSÓFICOS DURANTE TRÊS ANOS.
EM SEGUIDA ENTRAM NA TEOLOGIA (QUATRO ANOS), INDO RESIDIR NO SEMINÁRIO CONV´VIO EMAÚS, EM FLORIANÓPOLIS. E PASSADO ESTE TEMPO SÃO OREDENADOS DIÁCONOS TRANSITÓRIOS E POSTERIORMENTE, PADRES (SE PERMANECEREM NESTA CAMINHADA, OBVIAMENTE.


CONHECENDO MELHOR O CONVÍVIO EMAÚS:
Nosso Seminário Teológico
- Convívio Emaús - é a residência dos candidatos ao sacerdócio, da Arquidiocese de Florianópolis, que estudam no ITESC os quatro anos de Teologia previstos no itinerário de formação presbiteral.

É ao mesmo tempo uma escola de vida evangélica que se propõe oferecer os meios para uma formação sólida, global e autêntica dos que se preparam para assumir na Igreja e no mundo de hoje o ministério sacerdotal.

Seu objetivo é, então, formar pessoas que sejam:

homens à imagem e semelhança de Deus, que é Amor e Trindade;
cristãos que reflitam no seu modo de pensar, de ser e de agir o estilo de vida de Jesus Cristo;
presbíteros segundo o modelo de Jesus - Profeta, Sacerdote e Pastor;
e inseridos na realidade eclesial e social de hoje.
Para que nosso Seminário seja ao mesmo tempo, residência e escola que nos proporcione atingir este objetivo de formação, sentimos algumas exigências no que tange à nossa convivência, e outras, referentes à nossa formação humana, espiritual, intelectual, pastoral e sacerdotal.
Convivência:

Pensamos que a nossa convivência é um elemento essencial e determinante para a nossa formação em todos os níveis. Dela vai depender, em boa parte, o nosso jeito de viver o sacerdócio em presbitério, em comunhão com o Bispo, os outros ministros e todo o povo de Deus.

Queremos, por isso, cultivar atitudes que nos levem a uma convivência comunitária e familiar, inspirada no mandamento do amor recíproco:

atitudes de diálogo que ajudem na construção da unidade na diversidade;
de ajuda mútua e de partilha;
de solidariedade que nos levem a fazer uma experiência de vida em comunhão, a trabalhar pelo bem comum da comunidade e pelo aperfeiçoamento da vivência cristã de cada um;
de fraternidade que nos ajudem a crescer juntos em nossa formação.
Queremos que a nossa convivência proporcione um ambiente favorável ao conhecimento sempre mais profundo de Jesus Cristo, e nos ajude a viver o Evangelho em todas as situações; um ambiente que favoreça a harmonia entre estudo, fé, vida e pastoral.
Queremos também que a nossa convivência seja sinal e instrumento da Paz do Senhor.




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Pensamos que a nossa formação deva se processar com nosso empenho em todos os níveis.

Formação Humana:

"Sem uma oportuna formação humana, toda a formação sacerdotal ficaria privada do seu necessário fundamento"
(Pastores Dabo Vobis, 43).

Quanto à nossa formação humana, queremos nos empenhar para que seja o mais possível global, de tal modo que nos conduza à maturidade e à realização de nossa personalidade.

Para tanto, queremos conhecer-nos mais em nossa história pessoal e empenhar-nos no cultivo das qualidades humanas, tais como: o amor à verdade e à lealdade, o respeito por cada pessoa, a acolhida, o sentido da justiça, a liberdade responsável, a fidelidade à palavra dada, a verdadeira compaixão, a paciência, a coerência, a capacidade de relacionamento com os outros, o serviço fraterno, a prudência, a discrição, a compreensão, o saber perdoar e consolar, o amor verdadeiro e responsável, a participação comunitária.

Queremos cultivar também a serenidade para sabermos conviver com os conflitos e as diferenças, e pautar nossa vida e ministério com um saudável equilíbrio.

Sentimos a importância da reflexão de temas de formação humana e a revisão periódica da caminhada em comunidade.

Formação Espiritual:

"A formação espiritual (...) seja ministrada de tal modo que os alunos aprendam a viver em íntima comunhão e familiaridade com o Pai por meio de seu Filho Jesus Cristo, no Espírito Santo"
(Optatam Totius, 8)

Quanto à nossa formação espiritual, queremos que seja consistente e sólida, e expressão de todo o nosso ser: corpo, alma e espírito. Motive em nós o discernimento cristão, o crescimento e amadurecimento da nossa fé, o zelo pela perfeição evangélica, e nos ajude a crescer juntos no relacionamento com Deus, em vista da nossa santificação e do crescimento do Reino de Deus. Que nos motive a partilhar as nossas experiências de vida; de oração. Que nos faça homens de oração. Ajude-nos a conhecer o Cristo e todo o seu mistério; a aderir a ele; a seguir os seus passos, sua mensagem e sua proposta de libertação; a crescer juntos no discipulado de Jesus; a nos identificarmos com ele e sermos "homens de Deus". Para tanto, queremos valorizar e assumir a leitura espiritual diária, o Retiro Espiritual anual, as tardes de renovação espiritual, o encontro espiritual semanal e outros retiros que forem oportunos.

Leve-nos a cultivar os exercícios da piedade cristã; a formar um estilo de vida; a celebrar com zelo e alegria a liturgia; a ter a Palavra de Deus como base sólida; a viver os sacramentos ( a Confissão ao menos mensal e o Sacrifício Eucarístico diariamente, bem como a visita ao Santíssimo Sacramento) e a cultivar as virtudes cristãs. Percebemos a importância do diálogo quinzenal ou mensal com os formadores, especialmente com o Diretor Espiritual, e o valor da abertura recíproca.

Formação Intelectual:

"A formação intelectual dos candidatos ao sacerdócio encontra a sua específica justificação na natureza do ministério ordenado e manifesta a sua urgência atual de fronte ao desafio da "nova evangelização"
(Pastores Dabo Vobis, 51)

Quanto à nossa formação intelectual, desejamos que seja tal que nos prepare para enfrentar os desafios culturais, políticos, econômicos, sociais e religiosos do momento atual. Esteja a serviço da formação da fé, esclarecendo, embasando, questionando, motivando e entusiasmando a mesma. Crie em nós o gosto pelo estudo, e nos leve ao aproveitamento do tempo disponível. Aprofunde e oriente o nosso senso crítico, desenvolvendo nossa familiaridade com a Bíblia e com os documentos do Magistério.

Queremos que ajude também a aprofundar o conhecimento e vivência do mistério da Igreja e da sua presença e missão no mundo; que o estudo da Teologia nos leve à crescer em nossa identificação com Cristo e em nosso amor pela Igreja e pela pessoa humana. .Sentimos que o nosso Mestre é Jesus; mas precisamos ter mais contatos com os professores. Precisamos ter grupos de estudo de temas atuais, em casa, e descobrir os sinais do Espírito nos tempos atuais. Precisamos habituar-nos à leitura teológica, ajudar os colegas com maiores dificuldades, fazer circular os conhecimentos conquistados. Precisamos ligar mais a Teologia com a vida e com a Pastoral.

Formação Pastoral:

"É dever permanente da Igreja auscultar os sinais dos tempos e interpretá-los à luz do Evangelho, de modo que, de uma forma adaptada a cada geração, ela possa responder às perenes interrogações dos homens sobre o sentido da vida presente e futura, e sobre a sua relação recíproca"
(Gaudium et Spes, 4)

Quanto à formação pastoral, queremos crescer juntos no zelo e no gosto pelas práticas pastorais, e que estas nos ajudem em nosso esforço de identificação com Cristo e a fazer a experiência de Jesus Cristo Pastor, Mestre e Guia.

Queremos crescer em nosso comprometimento com os mais pobres e em nossa abertura para as necessidades atuais da Igreja e da sociedade; sentir e viver, como o Pastor, as dificuldades do rebanho.

Desejamos uma formação pastoral que favoreça o nosso processo formativo e nos ajude a conhecer e viver a realidade pastoral da Igreja em nosso Regional e, sobretudo, em nossa Arquidiocese.

Desejamos adequado acompanhamento por parte dos formadores, dos padres das paróquias e dos colegas da comunidade.

Formação Sacerdotal:

"A história de cada vocação sacerdotal, como aliás de qualquer outra vocação cristã, é a história de um inefável diálogo entre Deus e o homem, entre o amor de Deus que chama e a liberdade do homem que no amor responde a Deus"
(Pastores Dabo Vobis, 36)

Quanto à formação sacerdotal, queremos ciência sempre mais profunda e concreta da nossa vocação, para um "acertado" discernimento vocacional, um amadurecimento "progressivo" de nossas convicções com respeito à vocação sacerdotal, e uma acertada opção de vida. Queremos cultivar a identidade sacerdotal.

Desejamos ser sacerdotes moldados pelo Sacerdócio de Cristo, para servir a Deus e à Igreja no presente e no futuro que se descortina com o advento do terceiro milênio. Desejamos também conhecer os meios que nos ajudem a manter vivo o nosso "primeiro amor" e a manter acesa a "chama" do nosso ideal. A Eucaristia será o centro da nossa vida; dela vem a nossa força. Queremos cultivar nosso ideal sacerdotal como serviço, e nossa liderança de pastores de comunidades à luz do Evangelho e dos ensinamentos da Igreja.

Conclusão:

Pedimos o auxílio da graça de Deus para levarmos à prática este nosso projeto de vida comunitária. Nele encontram-se os nossos anseios.

Contamos também com a intercessão de nossa Mãe, a Santíssima Virgem Maria.

Nesta escola de vida evangélica, esperamos concretizar as orientações e as esperanças da Igreja, quanto à formação dos seus presbíteros "A Serviço da Vida e da Esperança".

BALANÇO SEMESTRAL DO SEMINÁRIO DE AZAMBUJA











































FAÇAMOS UM BALANÇO DAS COISAS QUE OCORRERAM NO ÚLTIMO SEMESTRE NO SEMINÁRIO DE AZAMBUJA.
EM OUTUBRO HOUVE A INAUGURAÇÃO DA NOVA CAPELA DO SEMINÁRIO MENOR.
EM JANEIRO O ENTÃO REITOR, PADRE SIRO MANOEL DE OLIVEIRA, FOI SUBSTITUÍDO PELOP PADRE PEDRO SCHLICHTING.
NO DIA 11 DE FEVEREIRO O SEMINÁRIO COMPLETOU 82 ANOS DE HISTÓRIA, DIA, ALIÁS, DE SUA PADROEIRA, NOSSA SENHORA DE LOURDES.
DIAS DEPOIS, HOUVE A POSSE DA NOVA DIRETORIA DO GEMCO-GRÊMIO ESTUDANTIL MONSENHOR CORDILLI, CUJO PRESIDENTE ATUAL É CLEITON IMAMURA.
DIA 4 DE MARÇO HOUVE SOLENE LUCERNÁRIO NA CAPELA CRISTO REI, PRESIDIDO PELO PADRE ALVINO MILANI.
DIA 25 DE MARÇO, DIA DA SOLENIDADE DA ANUNCIAÇÃO DO SENHOR, COMPLETOU-SE 82 ANOS DO EREGIMENTO OFICIAL DO SEMINÁRIO, PELO ARCEBISPO DOM JOAQUIM DOMINGUES DE OLIVEIRA.